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Frente Brasil Popular do Grande ABC lança Comitê Contra a Reforma da Previdência

09/03/2017

SindSaúde ABC presente no seminário em Santo André que marcou o lançamento com debate e divulgação de manifesto

Escrito por: SindSaúde ABC

 

 

Os sindicatos e movimentos sociais que integram a Frente Brasil Popular do Grande ABC lançaram, na segunda-feira (06/03), no auditório do Sindicato dos Químicos do ABC, em Santo André, o Comitê Regional Contra a Reforma da Previdência.

 

O lançamento foi feito durante um seminário sobre o tema, que contou, como debatedores, com o ex-ministro da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, e os deputados federais Vicentinho e Arlindo Chinaglia. Ao final, foi lido e aprovado um manifesto do Comitê que alerta à população sobre o que está em jogo com a reforma da Previdência, intitulado REAJA OU SUA APOSENTADORIA ACABA AQUI NO ABC E NO BRASIL.

 

O documento contextualiza e pontua os ataques da proposta de Reforma da Previdência e faz um chamamento para a mobilização e esclarecimento da discussão nas fábricas e demais locais de trabalho, sindicatos, bairros, igrejas e partidos políticos progressistas e populares para pressionar os deputados.

 

Os debatedores foram além de informar sobre os pontos propostos por Temer, que institui, para homens e mulheres, a idade mínima de 65 anos para aposentadoria, aumenta o tempo mínimo de contribuição de 15 para 25 anos e para receber o teto máximo será necessário contribuir por 49 anos.

 

Eles fizeram o debate político com os presentes, pontuando os engodos da afirmação do governo de que a Previdência está deficitária e do discurso de que sem essa reforma a Previdência Social e benefícios como bolsa família irão acabar.

 

“O que de fato está em discussão é a disputa para onde irão os recursos da União: para o bem-estar da população ou para engordar os caixas dos rentistas”, pontuou o ex-ministro da Previdência Carlos Eduardo Gabas.

 

“Não existe sociedade possível sem direitos mínimos. Estão em jogo com a reforma os direitos humanos da camada mais pobre da sociedade, como os idosos, deficientes, viúvas, trabalhadoras. Mas não resolve a gente mostrar indignação, isso não basta. É preciso transformar essa indignação em voz e pressão popular”, finalizou Gabas.

 

 

(Com informações do Sindicato dos Químicos do ABC)

 

 

 

 

 

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