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Sindicatos voltam a discutir o percentual da data-base com gestores da prefeitura de Goiânia

06/07/2017

Trabalhadores querem a reposição salarial calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) que é de 4,08% com o pagamento em parcela única e retroativo ao mês de maio

Escrito por: Sindsaúde GO

 

Com o propósito de afunilar as negociações para o pagamento da data-base, os sindicatos que compõem o Fórum Permanente dos Servidores Municipais de Goiânia, dentre eles o Sindsaúde, voltaram a se reunir - na segunda-feira (03) – com os secretários de Finanças, Oseias Pacheco, e Administração, Rodrigo Melo.

 

Durante a reunião, o secretário de Finanças alegou que a prefeitura enfrenta uma grave crise financeira e, por isso, o prefeito Irís Rezende (PMDB) só poderia pagar o percentual de 3,99% da data-base para o mês de setembro e sem a retroatividade. Segundo os secretários, esse percentual é baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

 

Os representantes sindicais do Sindsaúde, Sindffisc, Sinfar, Soego, Sindflego, SindGoiânia e CUT-GO refutaram, imediatamente, a proposta dos secretários e reivindicaram a mesma reposição salarial que foi paga aos vereadores, funcionários do Legislativo e até mesmo ao prefeito e vice-prefeito.

 

“Queremos a reposição salarial calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) que é de 4,08% com o pagamento em parcela única e retroativo ao mês de maio”, disse a presidenta do Sindsaúde, Flaviana Alves.

 

Já a secretária adjunta de Saúde do Trabalhador da CUT Nacional e diretora de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora do Sindsaúde, Maria de Fátima Veloso, a prefeitura quer fazer economia nas costas dos servidor@s para usar o dinheiro em outras áreas da administração. "Queremos a data-base retroativo a maio. Esse é o nosso direito e não podemos abrir mão disso", reforçou.

 

Depois de muita discussão, os secretários acabaram recuando e apresentaram uma nova proposta para o pagamento de 4,08%. Mas não abriram mão do pagamento ser no mês de setembro e sem a retroatividade.

 

Os sindicatos irão convocar uma assembleia geral unificada na Câmara Municipal de Goiânia, para analisar a proposta e realinhar as ações para pressionar os gestores no processo de negociação.

 

Direitos


Sobre o pagamento do salário dos servidores@s dentro do mês trabalhado e o cumprimento das progressões e titulações, os secretários reforçaram que só irão tratar desses assuntos após o encerramento das negociações da data-base.

 

 

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