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SindSaúde MG e Hemominas retomam negociações

05/01/2018

Para alguns itens, gestão sinalizou positivamente e para outros mostrou desconforto alegando dificuldades financeiras

Escrito por: SindSaúde MG

 

Em reunião com a presidência da Hemominas na quarta-feira (27/12), o Sindicato Único dos Trabalhadores (Sind-Saúde/MG) pautou as onze reivindicações dos(as) servidores(as) da Fundação, aprovada na última assembleia.  Para alguns itens, a gestão sinalizou positivamente e para outros mostrou desconforto alegando dificuldades financeiras. Em todos os itens afirmou aguardar posição do governo e salientou o bom relacionamento da Fundação com a administração central.

 

O retorno do vale alimentação pago na forma de cartão e no primeiro dia útil de mês é uma das sinalizações positivas da Hemominas. Em conjunto a este item, o Sindicato reivindica um reajuste para R$40,00 por dia. Já em relação à cobrança do vale transporte ser pago também no primeiro dia útil, sem os sucessivos atrasos vividos nos últimos meses, a gestão se limitou a dizer que fez a mesma solicitação ao governo para cumprir esse pagamento no prazo.

 

A Hemominas negou o pagamento do vale refeição para duplo vínculo, segundo eles, não se pode acumular benefícios da mesma natureza, do ponto de vista legal. O Sindicato expôs situações que servidores que têm vínculos em outros órgãos, recebem o vale refeição pelo outro vínculo, mas a Hemominas mantém o desconto na folha. Alegando desconhecer essa situação, a diretoria da Fundação pede que o Sind-Saúde encaminhe os casos para averiguação.  

  

Outra reivindicação antiga é o posicionamento na carreira de todos os técnicos do concurso de 2001. A diretoria da Hemominas confirmou o erro e a injustiça cometida com esses trabalhadores que, mesmo com mais tempo de serviço estão posicionamentos na carreira abaixo do que servidores que ingressaram mais recentemente.   Apesar de admitir o erro, a gestão da Hemominas disse que precisa aguardar a situação financeira melhorar para reposicionar estes servidores. Os(as) representantes(as) dos Trabalhadores presentes na reunião criticaram a postura da Hemominas.

 

Veja os demais itens e o que diz a Hemominas:

 

·         Abono de ponto para consultas médicas e odontológicas de filhos, pais ou conjugues: A Hemominas diz que a legislação atual não refere a esse acompanhamento e, por isso, o parecer do jurídico é que isso não deve ocorrer. O Sindicato reivindica a revisão da Portaria 10/2004 da Seplag para incluir essa demanda. Segundo a presidência da Hemominas, o pleito é justificável.

 

·         Segurança na Hemominas: Relembrando um caso absurdo de violência sofrido recentemente por um servidor, os(as) trabalhadores(as) da Hemominas exigem mais segurança para trabalhar. A gestão da Hemominas alegou que está em andamento a implementação das propostas aprovadas em uma comissão constituída para discutir a segurança na Fundação. Entre os pontos, está previsto a colocação de uma catraca eletrônica. Também foi incluído um porteiro só para o atendimento no ambulatório.

 

·         Concurso: Em relação ao déficit de pessoal, a Fundação Hemominas reafirmou que está repondo 108 vagas. Delas, 62 com processo seletivo imediato e as demais negociando com a Seplag os tipos de contratos que serão substituídos. De acordo com a presidenta da Hemominas, Junia Cioffi, a reivindicação para o concurso público também está sendo formalizada. Mas, segundo ela, “o tramite operacional é mais elaborado do que o processo seletivo, por isso, vamos fazer primeiro o processo e em seguida o concurso”.

 

·         Gratificação de 50%: Para esta reivindicação de isonomia com a Fhemig, a Hemominas se limitou a dizer que avalia o pleito justo e já manifestou isso ao governo.

 

·         Reajuste auxílio-creche: Em relação ao reajuste, a presidente da Hemominas disse que fará um estudo para avaliar a justificativa do reajuste.

 

·         Redução da jornada de trabalho para 30 horas sem redução salarial: Para a Hemominas, esse é um assunto que deverá ser discutido com o governo. O Sind-Saúde alegou que na Fhemig, por exemplo, o tema já avançou e a discussão para implementação está na gestão da Fundação.

 

·         Abono dos pontos de greve: Ficou estabelecido que esse ponto será discutido com o governo ao final das negociações.

 

 

 

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