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SERGS busca negociação e isonomia em Sapucaia

08/01/2018

Sindicato busca a negociação de um acordo coletivo para a categoria e quer tratar sobre as constantes práticas de atrasos salariais que vem acontecendo na instituição

Escrito por: SERGS

 

 

O SERGS esteve reunido na quarta-feira, dia 20/12, em Sapucaia do Sul, com a comissão de negociação, formada por enfermeiros(as) da fundação e a gestão da Fundação Getúlio Vargas, para dar início à negociação de um acordo coletivo para a categoria e tratar sobre as constantes práticas de atrasos salariais que vem acontecendo na instituição, o que repudiamos e consideramos absoluta falta de respeito com os trabalhadores .

 

A pedido da gestão da instituição, a negociação foi suspensa até o início de janeiro, em função da troca de direção geral. O SERGS e a comissão de enfermeiros(as) do hospital de Sapucaia têm pressa em iniciar as negociações para acordo coletivo, mantendo o mês de maio como data-base. O Sindicato também solicitou o abono do ponto dos colegas enfermeiros(as) que integram a comissão de negociação.

 

Sobre o atraso nos vencimentos, a comissão de enfermeiros(as) relatou preocupação com a falta de informação por parte da atual gestão - os salários de novembro e a segunda parcela do 13º salário ainda não foram pagos. Também não está ocorrendo paridade no pagamento de salários, ou seja, as diferentes categorias têm recebido em datas diferentes.

 

O presidente do SERGS, Estevão Finger, destacou que é necessária uma comunicação mais transparente da gestão com sua equipe. “A enfermagem é uma equipe e o pagamento a todos que compõem essa equipe, de forma isonômica, é fundamental”, observou.

 

Estevão lembrou também que os números referentes ao portal transparência no site da instituição estão desatualizados desde 2016.  “A Fundação Getúlio Vargas precisa prestar contas dos recursos que vem recebendo e da sua destinação aos funcionários e à comunidade atendida”, argumentou.

 

O gerente de Recursos Humanos do hospital de Sapucaia, Alex Borba dos Santos, justificou o atraso nos salários por conta da falta de repasse do governo do Estado, principalmente. O Sindicato repudiou o atraso nos salários e acompanhará a situação nos próximos dias.

 

 

 

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