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Trabalhadores da saúde de Minas realizam assembleia para discutir sobre a greve

09/05/2016

Funed e Unimontes seguem em greve. Trabalhadores da Fhemig, Hemominas, ESP/MG e SES suspendem movimento

Escrito por: Sindsaúde MG

 

 

Os trabalhadores da saúde em greve se reuniram na sexta-feira, 06/05, para definir os rumos do movimento. O pátio da Assembleia Legislativa ficou lotado de servidores da ESP/MG,  Fhemig, Funed, Hemominas,  SES e Unimontes.

 

Num primeiro momento, os trabalhadores de todos os órgãos se reuniram para ouvir a leitura do documento enviado pelo governo ao SindSaúde MG com a resposta à pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2016. A maioria das propostas foi vaiada pelos trabalhadores, que em seguida, se reuniram em grupos separados para deliberar se seguiriam ou não em greve. Depois de um período de mais de uma hora, os grupos voltaram a se reunir para deliberar em assembleia geral.

 

A proposta do governo de começar a implantação das 30 horas a partir de setembro foi bem recebida pelos trabalhadores da Fhemig que decidiram por fim à greve. Servidores da Funed continuam na greve porque nenhum dos pontos da proposta do governo os atendeu.  Na segunda-feira, 08, às 10 horas, os trabalhadores se reúnem em assembleia no saguão da presidência, na Funed, para definir novos passos da greve. Eles querem agendar reunião com o governo para tratar de pontos específicos da campanha salarial da Fundação.

 

Servidores da Unimontes também votaram pela continuação da greve. Os trabalhadores vão aguardar reunião de negociação com a Seplag, prevista para o dia 10/05, terça-feira, para tomada de decisão. No dia 11, quarta, os servidores da Unimontes fazem Assembleia especifica para analisar as propostas do governo.

Os servidores da SES e Hemoninas decidiram pelo fim da greve – na quinta-feira, 12, às 10 horas, no prédio Minas da Cidade Administrativa - os trabalhadores da SES realizam assembleia para avaliar se realizam novas mobilizações uma vez que não tiveram as reivindicações atendidas e não abrem mão da reestruturação da carreira. A Escola de Saúde Pública (ESP) se retirou da greve porque a instituição saiu da gestão da Secretaria de Estado da Saúde na reforma administrativa anunciada pelo governo.

 

O SindSaúde esclarece que as propostas apresentadas pelo governo não contemplaram a maior parte das pautas de reivindicação dos trabalhadores. Por isso, nos próximos meses os servidores vão manter a discussão em aberto. E se em setembro não for implementado o que foi acertado com o governo, a categoria já se coloca à disposição para retomar o movimento.

 

 

 

 

 

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