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CNTSS/CUT convoca entidades filiadas para participarem do Dia Nacional de Paralisação e Mobilização das Categorias (22/09)

20/09/2016

Considerado um dia preparatório para a greve geral que será definida pelas Centrais Sindicais, o 22 de setembro deve mobilizar os trabalhadores em todo o país

Escrito por: Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

 

Os Sindicatos e Federações filiados à CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social mobilizarão suas bases para participarem das manifestações previstas para acontecer em todo o país nesta quinta-feira, 22 de setembro. A data foi escolhida pelas Centrais Sindicais para que os trabalhadores se manifestem contra as medidas apresentadas pelo governo ilegítimo de Michel Temer que ferem os direitos da classe trabalhadora e colocam em risco a manutenção de políticas públicas e programas sociais importantes para toda a sociedade.

 

A data também está sendo considerada um momento privilegiado para que os trabalhadores dialoguem com a sociedade. A iniciativa das Centrais Sindicais prevê que este dia se transforme em um “esquenta” preparatório para a greve geral que está sendo organizada para acontecer na sequência. A sociedade brasileira tem acompanhando com grande preocupação os ataques e o desmantelamento dos direitos trabalhistas e cidadãos que vem se dando desde a implementação do golpe que culminou com o impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

 

Para o presidente da CNTSS/CUT, Sandro Cezar, os trabalhadores devem unificar suas lutas para bloquear a ação devastadora das propostas apresentadas pelo governo ilegítimo de Temer.  São medidas que não foram colocadas em debate com a sociedade e nem aprovadas pelo voto popular. O dirigente insiste que não há passe de mágica para resolver o equilíbrio fiscal brasileiro. As propostas de congelamento de gastos públicos por vinte anos é mais uma das falácias deste governo. É uma contradição ao verdadeiro interesse da sociedade, que é de ter cada vez mais serviços públicos qualificados. 

 

“Este dia 22 de setembro é uma agenda dentro do calendário de preparação da greve geral. E necessário que os Sindicatos e Federações filiados à CNTTSS/CUT se insiram na construção deste dia de mobilização. É uma atividade convocada pela CUT e demais Centrais Sindicais para resistir aos golpes e ataques do governo Temer. Tenho a certeza absoluta que nossas entidades se empenharão e também construirão a greve geral em defesa dos direitos dos trabalhadores,” afirma o presidente da Confederação.

 

Uma agenda propositiva de lutas já vem sendo desenvolvida pelas Centrais Sindicais. Mais recentemente, de 12 a 14 de setembro, foi realizada, em Brasília, a “Jornada de Lutas em Defesa da Democracia, dos Direitos e Contra o Retrocesso”. Cerca de 15 mil trabalhadores vindos de todo o país realizaram uma grande marcha no Praça dos Ministérios contra as medidas arbitrárias propostas pelo governo que atingem fortemente os servidores federais, estaduais e municipais e os serviços públicos. A grita maior foi contra a PEC 241 e PLC 257, medidas que colocam em risco os serviços prestados para a população, penaliza os servidores públicos e engessa os investimentos em áreas importantes por cerca de 20 anos.

 

Em entrevista publicada no site da CUT Nacional, o presidente da Central, Vagner Freitas, expõe que estas manifestações do dia 22 são importantes na preparação da greve geral que virá. “O golpe foi contra a democracia, referência de igualdade, justiça social e respeito aos direitos. Foi contra a classe trabalhadora e contra quem mais precisa de emprego decente e políticas públicas. Esse dia 22 será fundamental para acordarmos quem ainda não entendeu que o golpe é contra o povo que avançou em direitos e conquistas na última década”, destaca Freitas.

 

O start para todas estas medidas contrárias ao interesse da sociedade já foi dado. Com sua ampla base na Câmara e no Senado Federal o governo tenta empurrar seu pacote de maldades contra os trabalhadores e a população menos favorecida.  Propostas como a defesa da jornada de 12 horas diárias, a terceirização sem limites, reforma da previdência, contratos de trabalho que flexibilizam os direitos dos trabalhadores, fim de féria, fim do 13º salário, a venda do pré sal, entre tantos outros desmandos, fazem parte da agenda do governo federal.

 

 

José Carlos Araújo

Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

 

 

 

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