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Entidades filiadas à CNTSS/CUT estão mobilizadas para Dia Nacional de Lula em Defesa do INSS (14/02)

11/02/2020

Data, que foi incorporada à Jornada de Lutas das Centrais, denunciará os ataques da dupla Bolsonaro/Guedes contra o Instituto, os servidores e os serviço público e marcará novo avanço na resistência

Escrito por: Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

 

A próxima sexta-feira, 14 de fevereiro, é “Dia Nacional de Lula em Defesa do INSS – Instituto Nacional do Seguro Social”. A data definida pela CUT – Central Única dos Trabalhadores, demais Centrais Sindicais e movimentos sociais para uma grande mobilização nacional foi incorporada as agendas desenvolvidas pelas entidades filiadas à CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social, que focam nas defesas do Instituto e dos servidores, políticas e serviços públicos e na denúncia das medidas de desmonte do Estado brasileiro promovidas por Bolsonaro/Guedes. Desde o golpe de 2016, estas entidades se mantêm mobilizadas contra os ataques sistemáticos desferidos pelos governos que se tornaram responsáveis pela atual situação de caos em que vive o INSS.

 

Neste momento em que precede o Dia Nacional de Luta, as entidades filiadas à Confederação intensificam o diálogo com a categoria para ampliar a adesão aos atos previstos para 14 de fevereiro. Visitas aos locais de trabalho para entrega de material de comunicação tem sido uma ferramenta constante de mobilização. Durante todo o dia 14 de fevereiro a estratégia das lideranças é ocupar as Agências de Previdência Social e as Gerências Executivas para realização de atos públicos onde será possível distribuir material explicativo, fazer a denúncia do desmonte do INSS e dialogar com os servidores e os usuários dos serviços. Manifestações de rua também estão sendo agendadas para acontecer próximas a estas unidades e estruturadas Audiência Públicas em Câmaras Municipais.

 

Além de produção própria de materiais dos sindicatos contendo informações voltados à realidade de seu Estado, os servidores podem contar com cartazes e folders disponibilizados pelas Centrais Sindicais demonstrando a importância da participação dos trabalhadores e da população neste dia. Chamadas como “Caos no INSS”, “Saia dessa fila e venha para a luta!”, “Na fila do INSS. O que fazer?”, “Não é Benefício! É Direito!”  são alguns exemplos de conteúdos destes materiais. Os textos descrevem as medidas de Bolsonaro que colocaram fim ao emprego com carteira assinada, o fim dos direitos e que agora visam acabar com o INSS.

 

Os trabalhadores devem aproveitar este processo de preparação e as agendas previstas para o 14 de fevereiro para denunciar os ataques da dupla Bolsonaro/Guedes e a atual situação do INSS: existência de uma fila de mais de 2,2 milhões de pessoas aguardando pela avaliação de seus pedidos de aposentadoria, o projeto de desmonte do INSS, a falta de concurso público para suprir a defasagem de quase 16 mil servidores, a proposta de militarização do INSS e os impactos que a Reforma da Previdência e o aumento do desemprego causam no órgão.

 

Este será um momento privilegiado para levar a discussão sobre a Reformas da Previdência previstas para Estados e Municípios. A partir da proposta aprovada pelo governo federal, os demais entes da Federação iniciaram uma corrida para aprovarem também as suas reformas nos mesmos moldes da apresentada por Guedes. O mesmo receituário neoliberal de ampliação do tempo de contribuição, aumento da idade mínima e diminuição dos valores a serem pagos aos beneficiários vem sendo utilizado com grande desenvoltura pelos governadores.

 

Na opinião das Centrais Sindicais, o 14 de fevereiro será um momento importante para os trabalhadores dentro da estratégia de preparação e mobilização para a agenda de 18 de março: “Dia Nacional de Luta em Defesa do Serviço Público, da Educação Pública, Estatais, Emprego e Salário, Soberania, Defesa da Amazônia, Agricultura Familiar”. Esta agenda deve unificar as lutas dos trabalhadores do serviço público com as do setor privado. A proposta é criar uma sinergia na luta nos estados envolvendo as entidades sindicais, as centrais e os movimentos sociais.

 

 

José Carlos Araújo

Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

 

 

 

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